Nova redução da Taxa SELIC: boa notícia para o mercado imobiliário

Nova redução da Taxa SELIC: boa notícia para o mercado imobiliário

Segundo o Boletim Focus divulgado no dia 17 de Abril, a nova aposta do mercado financeiro é de que a taxa básica de juros do país diminuíra para 8,5% até o final do ano. O Copom (Comitê de Política Monetária) realizou uma reunião na semana passada e seus membros optaram por reduzir em 1 ponto percentual, passando de 12,25% para 11,25% ao ano. Anteriormente, na primeira reunião de 2017 a taxa SELIC havia caído de 13,75% para 13% e na segunda reunião foi reduzida para 12,25% ao ano.

A expectativa é de que os juros básicos no Brasil sofram uma redução de mais 2,75 pontos percentuais durante as próximas cinco reuniões, segundo o Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central. A próxima reunião do Copom ocorrerá nos dias 30 de 31 de Maio.

Confira, na íntegra, o Boletim Focus do dia 17 clicando aqui.

Histórico das Taxas Selic (Meta) de 2002 a 2017.

Histórico das Taxas Selic (Meta) de 2002 a 2017. Fonte: Minhas Economias.

O que é a Taxa Selic?

SELIC – ou Sistema Especial de Liquidação e Custódia – “é um sistema computadorizado utilizado pelo governo, a cargo do Banco do Central do Brasil, para que haja controle na emissão, compra e venda de títulos a partir de uma taxa básica de juros” (Toro Radar, 2017).

Basicamente, o governo utiliza o dinheiro do mercado para financiar a diferença entre os seus gastos e a arrecadação de impostos, além dos juros da dívida. Ou quando a inflação está em alta, o governo estimula os investidores a guardarem dinheiro – investirem em títulos do Tesouro, que são acessíveis a qualquer cidadão. A Taxa Selic, então, é a meta do governo para essas operações de venda e recompra de seus títulos e é, também, referência no cálculo das demais taxas de juros do mercado e é, também, o principal instrumento do Banco Central para conter pressões inflacionárias. O acompanhamento dessa evolução das taxas é importante para quem realiza investimentos e pode fazer uma diferença muito grande.

Já em relação ao mercado imobiliário, a Taxa SELIC funciona como um termômetro, ligada diretamente ao financiamento de imóveis. A influência sobre o mercado imobiliário é direta: sua queda representa o aumento da capacidade de endividamento e oferta de crédito, encorajando a compra de imóveis e consequentemente reaquecimento do setor.

Fontes: Toro Radar, Resumo Imobiliário e Valor Econômico.

 

Governo vai ampliar limite do FGTS para o Minha Casa Minha Vida

Governo vai ampliar limite do FGTS para o Minha Casa Minha Vida

O governo federal prepara a criação da faixa 4 do programa habitacional Minha Casa Minha Vida (MCMV), destinado a famílias com renda mensal de até R$ 9 mil. Hoje, o limite é de R$ 6,5 mil. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, os beneficiários desse novo segmento poderão comprar imóveis de até R$ 300 mil, utilizando financiamento com recursos originados no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a juros anuais de 9,16%.

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A taxa é maior do que nas outras faixas do MCMV, que chegam a 8,16% ao ano. Entretanto, é mais atrativa do que os valores cobrados pelos bancos fora do programa, que vão de 10% a 14% ao ano. A medida será anunciada na segunda-feira.

Outra novidade será a correção nos limites de renda nas demais faixas do programa em cerca de 6,5%, para acompanhar a inflação. Com isso, a renda mensal máxima das famílias para enquadramento na faixa 1,5 deve subir de R$ 2,3 mil para aproximadamente R$ 2,6 mil; na faixa 2 de R$ 3,6 mil para R$ 3,9 mil; e na faixa 3 de R$ 6,5 mil para R$ 7,0 mil.

Esses números ainda estão sendo ajustados e arredondados pelo governo federal, podendo ter algumas alterações no anúncio de segunda-feira. As reformas no MCMV atendem a reivindicações de empresários do setor da construção.

Fonte: Gaúcha

O MERCADO IMOBILIÁRIO DE PORTO ALEGRE

O MERCADO IMOBILIÁRIO DE PORTO ALEGRE

PortoAlegre

O mercado de imóveis novos, em obras ou prontos, de Porto Alegre encontra-se em um patamar saudável de estoque. Um dos mais importantes indicadores para avaliação do equilíbrio de mercado é a disponibilidade de oferta atual (estoque) sobre a oferta inicial (volume lançado). Os 5.589 apartamentos que estavam à venda no final de setembro/16 representavam apenas 21,3% do volume de unidades lançadas nos 294 empreendimentos imobiliários que ainda possuem unidades disponíveis para compra em Porto Alegre. Quando este percentual está no patamar entre 20% e 25% dizemos que o mercado esta equilibrado na relação entre demanda e oferta. Podemos afirmar que o nosso mercado imobiliário em Porto Alegre está saudável. Não significa que alguma tipologia em alguma região específica não possa apresentar uma oferta superior à demanda atual, mas analisar o específico para falar do geral, neste caso não faz sentido.

Outro indicador que evidencia como o mercado porto-alegrense está saudável é o baixo volume de imóveis prontos, porém novos, à venda. Se assumimos que, na média, um imóvel leva 3 anos para ser entregue, podemos dizer que o que foi lançado até setembro de 2013 está pronto. Isso representa apenas 33% do estoque atual na cidade. Hoje a média brasileira está próxima dos 40% e, em Curitiba, uma cidade similar, tanto em tamanho quanto renda, esse patamar passou os 50%. Além disso, de todos o montante de imóveis que foram lançados em 2016, mais da metade já foi vendido.

Um último indicador que gostaríamos de falar neste momento é o nível de preços. Porto Alegre apresenta o segundo maior preço por metro quadrado da região Sul do Brasil, em levantamento da BRAIN nas 35 principais cidades da região que representam pouco mais de 50% do PIB do Sul.

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Confira sobre o mercado imobiliária em Porto Alegre também na Revista Foxter Gallery

Você sabe quanto vale seu imóvel?

Você sabe quanto vale seu imóvel?

Com o Nex Change, seu imóvel pode valer até 80% do valor de um novo

Se você está em busca de qualidade de vida e deseja trocar de imóvel, nós temos uma oportunidade única pra você. A Nex Group, além de pensar no projeto dos seus empreendimentos, pensa nas facilidades de negociação para seus clientes.

Assim surgiu o Nex Change, o programa de dação da Nex. Através dele você tem a possibilidade de incluir o seu imóvel usado no negócio, com avaliação diferenciada, condições facilitadas e agilidade no fechamento. Com as condições especiais do Nex Change, seu imóvel pode valer até 80% do valor de um Nex novo, é incrível!

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Tudo isso é possível aqui mesmo, em Porto Alegre, no Chácara das Nascentes como por exemplo. E o melhor: pronto para morar.

A Nex Group uniu qualidade de vida e conveniência na zona leste da Capital. São sobrados (com 99 m²) e casas térreas (com 70 m²) com três dormitórios, suíte, pátio e churrasqueira, além de área social completa. As plantas de tamanhos diferentes se adaptam ao tamanho de sua família.

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Imóveis na Zona Sul e Zona Norte: Mais de 400 unidades entre apartamentos e casas na planta ou prontos pra morar.

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Avaliações na hora: Traga a matrícula  do seu imóvel e nós avaliamos na hora.

Com um plano de incentivo para estimular os compradores que ainda aguardam para mudar de vida. Quem quer fazer um upgrade de casa, em busca de mais espaço ou de um imóvel melhor, pode utilizar o antigo na troca cobrindo até 80% do valor do novo. Além disso, caso o empreendimento escolhido ainda não tenha sido entregue, o comprador continua morando no seu imóvel até a hora da mudança, sem ter custos com aluguel.

Fonte: Nex Change

Saiba como diminuir seu consumo de energia!

Saiba como diminuir seu consumo de energia!

A conta de luz continua subindo não é mesmo? pensando nisso, resolvemos dar algumas dicas de como você pode economizar na luz com apenas algumas pequenas mudanças de rotina:

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Comece com a iluminação:
Pinte o forro e as paredes de cores mais claras, vai dar uma ideia de ambiente mais limpo e lâmpadas mais fracas vão dar o efeito de iluminar mais. Sendo assim, troque suas lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes, além de serem mais econômicas, duas lâmpadas fluorescentes de 20 watts rendem mais que uma incandescente de 100 watts. Outra dica é você aproveitar o máximo de iluminação natural. Aproveite o período do dia para deixar as janelas abertas e as lâmpadas apagadas.

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Chuveiros:
Chuveiros e torneiras elétricas consomem muita energia para manter a agua aquecida. No período de verão, diminua o potência de ambos e opte por tomar banhos mais rápidos e esquentar água para a louça no fogão a gás. Se possível, procure sistema de aquecimento a gás. É um gasto grande de início mas compensa na conta de luz.

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Geladeira:
A geladeira também é um grande consumidor de energia por ser necessário deixa-la ligada 24h por dia. De início, já recomendamos que compre geladeiras com o etiqueta de nível A de consume de energia. Essas etiquetas são postas pelo próprio INMETRO e representam o quão econômica é o geladeira. Evite deixar a geladeira muito próxima de lugares quentes aonde o sol costuma bater ou perto de eletrodomésticos como forno e fogão. Tome cuidado com a porta aberta, além da luz também consumir energia, quando abrimos a porta da geladeira por muito tempo, a mesma acaba perdendo temperatura tendo que fazer um esforço maior para recuperar a temperatura ideal e consumindo muito mais energia. Nesse mesmo caso, é recomendado não colocar alimentos muito quentes na geladeira, isso também acaba elevando a temperatura da mesma.

ELETRO

Eletroeletrônicos:
Os eletroeletrônicos também são campeões no consumo de energia, ainda mais por estarmos boa parte do nosso tempo conectados a eles. Pra economizar o máximo de energia, comece tirando-os da tomada quando não estiver utilizando. Equipamentos em “stand by” também consomem energia, chegando a ser a causa de 13% do valor da conta de luz. Televisores, micro-ondas, receptor de TV digital… Todos eletros que costumam ficar com a “luzinha vermelha” ou mostrando as horas, consomem energia. Transformadores e estabilizadores também, mesmo desligados, puxam energia. Então, quando não forem utilizados, é melhor mantê-los fora da tomada. Outra dica simples é deixar acumular louças e roupas, deixando pra lavar uma grande quantia de uma vez só. Como já dito à cima, a torneira elétrica é uma das maiores responsáveis pelo aumento na conta de luz. É melhor usarmos ela apenas uma vez pois não vai precisar ficar esquentando a água várias vezes ao dia. O mesmo serve para o ferro de passar e a lavadora de roupas. Tente usa-los apenas uma vez no dia ou se possível, a cada dois dias, economizando tanto na luz quanto na água.

Fonte

10 Dicas para Comprar a Casa Própria

10 Dicas para Comprar a Casa Própria

House owner/real estate agent giving away the keys

Fonte: Google

Quem nunca sonhou em ter a casa própria? Ter seu próprio cantinho, sair da casa dos pais e ter aonde reunir os amigos sem ter hora pra terminar? Com um pouco de esforço e poupando bastante, você pode tornar esse sonho realidade. Mas isso precisa ser pensado com calma.

Para ajudar você, reunimos 10 dicas para te ajudar a realizar esse sonho:

1 – Tenha  20% do valor do imóvel antes da compra. O primeiro passo é juntar dinheiro para dar a entrada no financiamento, já que a maioria das linhas de crédito permite financiar até 80% do valor do imóvel. O dinheiro deve ser guardado numa aplicação de pouco risco, como poupança ou fundos de renda fixa.

2 – Poupe sempre 30% da sua renda. Dessa maneira, o futuro comprador já se acostuma a viver sem essa parcela de seu orçamento, que estará comprometida por até 30 anos, dependendo do prazo do financiamento.

3 – Quanto mais poupar, menos vai pagar de juros. Com uma boa entrada, o valor financiado será menor, reduzindo o pagamento de juros.

4 – Cuidado se estiver em início de carreira. Marcelo Prata, do Canal do Crédito, diz que há momentos em que é melhor aguardar um pouco para comprar a casa própria. Um exemplo é o profissional em fase de ascensão, sujeito a viagens e mudanças de cidade ou até mesmo de país. “Nesse caso, comprar um imóvel pode limitar a capacidade profissional.”

5 – Quem casa quer casa? Começar uma vida nova no casamento e assumir um financiamento alto por um longo período são duas situações muito estressantes, diz Marcelo Prata. Outro fator a ponderar é se o casal pretende ter filhos. Comprar um imóvel pequeno pode significar ter de se mudar em pouco tempo.

6 – Aproveite que more com seus pais para poupar. Ainda que os pais não queiram, o jovem deve se planejar para dar entrada em um imóvel em três ou quatro anos. Marcos Silvestre recomenda que o jovem se ofereça para pagar algumas contas da casa dos pais, para ir se acostumando aos novos custos que terá quanto morar na casa própria.

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Fonte: Google

7 – Lembre que a casa traz despesas adicionais. O financiamento do imóvel pode comprometer até 30% da renda. Porém, com uma casa chegam também as contas de água, luz, telefone, IPTU, seguro, condomínio, os gastos com alimentação. São muitas despesas para as quais o futuro proprietário precisa estar preparado financeiramente.

 8 – Poupe dinheiro para as despesas de escritura e documentação. Além dos papéis do banco, o comprador também terá de pagar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), cuja alíquota varia segundo o município; custos do cartório e do próprio financiamento, como avaliação do imóvel; análise jurídica da documentação, entre outros. Esses gastos costumam representar 4% do valor do imóvel, segundo Marcelo Prata.

9 – Avalie o custo de vida da região que vai morar. A vizinhança influencia diretamente em seu orçamento. Viver na periferia ou numa região sofisticada resulta numa grande diferença de gastos com alimentação, vestuário e transporte. Considere esse custo.

10 – Financiar costuma ser mais caro que alugar. Quem aluga deve se preparar para pagar mais pela casa própria. Marcos Silvestre diz que a prestação típica de um financiamento de um imóvel costuma ser de 1% do valor da propriedade enquanto o aluguel custa, em média, 0,5% do valor do imóvel. “Ou seja, quem paga aluguel não vai trocar seis por meia dúzia no financiamento, mas seis por uma dúzia”, diz.

 

Fonte: Uol Economia