Mês: julho 2014

Medo da bolha imobiliária?

Medo da bolha imobiliária? A inadimplência pode te controlar. O crédito imobiliário está absolutamente controlado, de acordo com Octavio de Lazari Junior, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Ao final de junho, o índice de calotes, considerando atrasos acima de 90 dias, ficou em 1,8%, 0,1 ponto percentual acima do visto ao final de 2013, conforme dados da associação. “O brasileiro é muito consciente para comprar imóvel e dá bastante entrada. Isso explica por que a inadimplência no Brasil é tão pequena. Ao dar 30%, 40% de entrada na compra de um imóvel, a chance de deixar de pagá-lo é muito pequena”, destacou o presidente da Abecip, na manhã desta quinta-feira, 24. O montante do financiamento face ao valor de avaliação do imóvel (LTV, na sigla em inglês) ficou em 65% ao final de junho ante 61% em 2010. O indicador, conforme Lazari Junio, comprova a perenidade do setor. Sobre o funding para o financiamento imobiliário, ele disse que há volume de recursos suficiente para sustentá-lo com tranquilidade até o final do ano que vem, citando o desempenho de captação da poupança, cujo saldo está em R$ 490 bilhões. Há ainda, conforme o presidente da Abecip, fontes alternativas como letras de crédito imobiliário (LCI) e de certificado de recebíveis imobiliários (CRI), que, somados, alcançaram R$ 170 bilhões ao final de junho de 2014. Fonte:...

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Não tem Bolha! Parte 3 Mercado Imobiliário no Brasil

Não tem Bolha! Parte 3 Mercado Imobiliário no Brasil: O valor de um imóvel por m² vendido no Brasil está proporcional ao seu PIB (segundo dados de 2012), juntamente com o percentual médio de financiamento, chegando em 2014, no primeiro semestre, a 64%. Comparando com o ano de 2013, o percentual médio de financiamento foi de aproximadamente 65%, durante todo o ano. Chegando-se a conclusão de que há um melhoramento bastante visível; em 2014, nos primeiros 6 meses, já temos o percentual de todo ano de 2013. Estamos utilizando apenas 8,2% de concessão de crédito imobiliário em relação ao PIB. Diferentes pesquisas realizadas em 10 cidades da região Sul avaliaram que: – na média, 95% das pessoas que buscam imóveis, o fazem para USO PRÓPRIO; – de quem busca para INVESTIMENTO, 80% pretendem LOCAR; – na média, apenas uma pessoa em cada cem, tem intenção original de revender o imóvel; – entre 2009 e 2011, o número de famílias que desejavam adquirir um imóvel, teve um aumento de 125%; – em 2013, o Brasil teve como menor índice de inadimplência do mercado: o financiamento imobiliário, com 1,6% apenas; – 16% das famílias pagam aluguel: 57,3 – total de famílias – destas, 9,2 ainda pagam aluguel. Estes dados comprovam que a expansão da concessão de crédito possui muito espaço ainda para o crescimento, frente às riquezas produzidas no país e a...

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Como é o imóvel que o porto-alegrense procura?

“Equilíbrio entre bairros mais buscados e os que concentram imóveis à venda é o que aponta levantamento do Pense Imóveis referente ao mercado imobiliário nos primeiros meses de 2014″. Como é o imóvel que o porto-alegrense procura? Considerando que todas as visualizações de anúncios e indicações de interesse de compra, pode-se desenhar o perfil de imóvel desejado pelo comprador em Porto Alegre neste ano, de janeiro a maio. E ele possui 2 dormitórios, entre 60m² e 150m² de área e uma ou nenhuma vaga de garagem. Além disso, custa entre R$150mil e R$300mil e se localiza no Centro. Esses resultados correspondem à maioria das características dos imóveis que foram vistos com detalhes no site. O perfil das buscas varia de acordo com os bairros pesquisados. No Menino Deus, bairro que consta como segundo mais procurado no site, 47% dos imóveis visualizados não possuem garagem, uma característica do local que, por ter construções mais antigas, possui diversos edifícios sem esse benefício. Também se pode observar um certo equilíbrio entre a concentração de ofertas e a demanda de cada bairro. Enquanto o Centro fica em primeiro lugar entre os mais buscados (17% do total de ofertas visualizadas no site), o bairro aparece em 4º na lista de números de ofertas. A Cidade Baixa e o Bom Fim, porém, que ficam entre os dez mais procurados, não figuram na lista dos dez...

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Não tem Bolha! Parte 2: Percentual Médio – Financiamento do Imóvel

Não tem Bolha! Parte 2: Percentual Médio – Financiamento do Imóvel O mercado imobiliário nacional possui uma média de financiamento de imóveis de apenas 64,0% de seu valor total. Ou seja, há um grande comprometimento e desembolso com recursos próprios por parte dos proprietários, o que vem a diagnosticar que o comprador brasileiro encara a compra de um imóvel com um alto grau de seriedade, deixando, muitas vezes, o mínimo a financiar possível. E esse percentual se manteve em crescimento estável nos últimos anos, mesmo com a expansão de concessão de créditos imobiliários no período. Este percentual, se comparado aos demais países, está extremamente razoável, tendo países cujo percentual encontram-se na casa dos 80%, diagnosticando um mercado com maior perfil especulativo.     Texto: Fernando Erhart Fonte: Consultoria...

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Não Tem Bolha!

Não tem Bolha! Não é de hoje que se ouve falar em bolha no mercado imobiliário brasileiro e de certa forma, toda notícia que causa algum tipo de temor, toda informação ruim, ganha sempre mais destaque e muitas vezes impede que que se faça uma análise mais racional e criteriosa do assunto. A grande maioria das informações pessimistas não tem sustentação. Ou se baseiam em argumentos frágeis ou se alimentam de opiniões importadas, de quem está longe da nossa realidade. Em breves postagens reforçaremos, com dados do mercado e estudo feito pela Consultoria Brain, o grande potencial do mercado imobiliário e a falsa ideia de bolha. Parte 1 | A demora para aprovação de projetos em Porto Alegre Dados do Sinduscon-RS explicitam muito a situação atual com a baixa oferta de lançamentos e consequente redução de estoque de unidades novas das incorporadoras na Capital. A mudança do sistema de aprovação de projetos na Prefeitura de Porto Alegre, resultou em grande acúmulo de solicitações de incorporadoras no segundo semestre de 2013, provocando uma redução drástica nas ofertas de lançamentos e significativa diminuição dos estoques. Conforme dados do SINDUSCON-RS, de janeiro a abril de 2014, houve redução de 73% do número de unidades lançadas frente ao mesmo período de 2013. Com uma menor oferta de lançamentos, o esforço de vendas concentrou-se nos estoques das incorporadoras, fazendo recuar o número de unidades novas...

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